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KLB fala do tributo aos artistas em "Bandas" Durante a 3ª noite da 21ª Festa do Peão de Americana, o SBNotícias conseguiu uma entrevista especial com o cantor Kiko, o integrante mais velho do KLB. ![]() SBN: Com prosseguem os trabalhos do KLB? Kiko: Fantasticamente bem! Nós lançamos a cerca de duas semanas um novo Cd. Estou muito feliz com o projeto especial chamado “KLB-Bandas”, onde fazemos um tributo às bandas de 1960 a 1980. “Todo o Azul do Mar” em menos de 15 dias já é a terceira música mais tocada e pedida do país e mais uma vez podemos contar com o público nestes sete anos. No momento estamos fazendo a divulgação. SBN: Qual a música que não pode faltar nos shows do KLB? Kiko: Acho que somos privilegiados porque em sete anos de carreira, nós tivemos mais de 20 músicas trabalhadas e todas entre as mais tocadas no Brasil. Mas acho que se tivesse que falar, uma seria a primeira “A dor desse amor”, que abriu as portas da nossa carreira e nos apresentou para a galera. SBN: Como você avalia a tendência de baixar as músicas pela internet? Kiko: A tendência é praticidade com a internet. O precisaria é estudar uma forma de legalizar isso, para que as pessoas envolvidas não sofressem tanto. Indiretamente sofremos por meio das gravadoras como compositores e cantores. Precisaríamos de gente mais séria, entretanto, é um item a melhorar. Fonte: SBN --------------------------------------------------------- KLB passeia pelos anos 60, 70 e 80 O novo CD de Kiko, Leandro e Bruno, KLB Bandas, já está nas lojas. O álbum, que tem como proposta passear por hits dos anos 60, 70 e 80, parece ter agradado ao público, tanto que o primeiro single do projeto, Todo Azul do Mar, já está entre as mais pedidas nas FM’s de todo o Brasil. O sucesso pode estar ligado ao fato de que os três assumiram vários instrumentos da produção e deram uma cara nova as canções, que foram escolhidas a dedo. Os jovens músicos conversaram com o Portal Visto Livre no lançamento do CD, confira o papo na íntegra. Visto Livre: Como foi a produção deste CD? Bruno: Entramos em estúdio em janeiro, supervisionados pelo produtor Paul Ralphes, com quem trabalharmos no CD anterior. Dentre as 14 músicas, sucessos como Todo Azul do Mar, Era um Garoto que Como Eu Amava os Beatles e os Rolling Stones, Balada do Louco, Meu Primeiro Amor (You’re Going to Lose that Girl) e O Vira. Escolhemos esse repertório a dedo, reunindo grandes sucessos e grandes bandas, como 14 Bis, Secos e Molhados, Mutantes, RPM, entre outros. Nesse novo disco assumimos vários instrumentos. O Kiko toca guitarra, violão, teclado e ainda assume os vocais em 'Pro Dia Nascer Feliz'. O Leandro se reveza nos vocais principais e adicionais, bateria, bongô e gaita. Kiko: Gravamos o disco seguindo o que há de mais bacana em termos de sonoridade, sem absolutamente efeito nenhum. Estamos sempre em busca do som perfeito. V. L.: Como foi a escolha das faixas? Kiko: Foram vários os critérios. Escolhemos músicas que gostamos muito e que fizeram sucesso, mas que não estão mais tão atuais e também não ficaram muito 'batidas' por conta de regravações. Nós crescemos ouvindo essas canções, elas fazem parte da nossa história, são nossas influências, tem tudo a ver com o KLB. Além do mais, acho que esse disco é um presente pra turma que curtiu essa época de perto e para aqueles que nasceram depois, mas que são apaixonados por essas músicas’. V. L.: Qual a sensação de regravar grandes nomes da música? Kiko: Está sendo maravilhoso fazer esse trabalho porque vivemos essa época e pegamos um pouco por causa dos nossos pais. Pensamos primeiro em fazer um disco só com músicas dos Beatles, mas não desenvolvemos a idéia, e aí, o pessoal da gravadora nos chamou para uma conversa e deu a idéia de fazer o projeto “Bandas”. Foi ótimo porque temos pensamentos iguais . Mas o melhor disso tudo é fazer um projeto especial e mostrar que o KLB é uma banda e que está homenageando outras bandas’. V. L.: Como será o show de divulgação deste trabalho? Vocês pensam em lançá-lo também DVD? Kiko: Pretendemos lançar um DVD em breve. Temos algumas idéias, mas com certeza irão surgir outras mais. O legal de um DVD é mostrar o artista como músico e seu show para todo o Brasil e até internacionalmente. O show do KLB tem das baladas mais românticas a um som mais pesado como o rock. Não vemos a hora de colocar em prática esse projeto. V. L.: Qual a diferença, para vocês, entrte gravar um CD de inéditas e um de regravações? Kiko: Esse novo trabalho se baseia em uma releitura de sucessos dos anos 60, 70 e 80. É um projeto muito especial. Esperamos que fique registrado nas páginas da música do País. Desejamos que as pessoas curtam esse trabalho como a gente está curtindo. V. L.: Quais as influências do trio? Kiko: Bee Gees, Aerosmith, Beatles, são nossas maiores influências. V. L.: O que significa para o KLB ter mais de 4 milhões de CDs vendidos em meio a tanta pirataria? Kiko: Pra gente é uma alegria muito grande, mas ao mesmo tempo também ficamos tristes porque tem muito trabalho bom por aí sendo jogado fora devido a essa pirataria, que infelizmente em razão do poder aquisitivo do país, está sendo muito difícil combater. V. L.: O KLB já tem alguns anos de história, como vocês agiriam se algum dos membros tivesse uma idéia nova para fazer música e saísse do grupo? Kiko: Isso não aconteceria. Somos irmãos e muito unidos. Temos muitos projetos pela frente, sempre juntos. V. L.: A experiência como apresentadores ajudou ou atrapalhou a carreira do KLB? Kiko: Sempre ajuda. Se fosse atrapalhar, com certeza não teríamos topado fazer O Jovens Tardes. E também, foi uma maneira de ficarmos mais próximos dos nossos fãs. V. L.: Algum integrante tem projeto paralelo? Kiko: Por enquanto não. Estamos focados no Projeto Bandas. Fonte: Visto Livre Créditos: Planet
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